Cobre a sua rota em soles, banca por banca e sem sinal
Quem empresta na rua no Peru não cobra num escritório: cobra no corredor de uma galeria, na porta de uma banca de mercado e na estrada que sai para o interior. A CobrApp leva essa carteira em soles, calcula a parcela sozinha, imprime o recibo ali mesmo e não desliga quando o celular fica sem dados.
Você começa grátis: 20 clientes e 2 empréstimos por cliente, sem cartão e sem prazo de validade.
O crédito de mercado, cidade por cidade
Ali o empréstimo pequeno quase sempre nasce numa banca. A dona do armazém precisa repor na segunda, o confeccionista precisa de tecido antes da campanha e a banca de frutas precisa de mercadoria hoje para vender amanhã. Nenhum deles espera um comitê de crédito: por isso existe quem entrega no dia e volta toda manhã para receber a parcela.
Lima
Galerias de vários andares e bancas coladas umas nas outras. Cobra-se andando o corredor, não dirigindo entre casas: vinte clientes podem estar na mesma quadra.
Arequipa
Mercado de abastecimento e comércio de bairro. A volta começa cedo, quando chega a mercadoria, e é preciso sair antes de encher de gente.
Trujillo
Atacado e varejo misturados. O comerciante vende a manhã inteira e só no meio da tarde tem o dinheiro junto para pagar.
Cusco
Vendas ligadas à temporada de turismo. Meses bons e meses fracos, então o prazo se conversa mais do que o normal.
Esse negócio não cai por falta de clientes: cai pela administração. Cinco carteiras na cabeça, uma caderneta com as contas de três meses e o troco misturado com o capital. E num mercado o erro se paga caro, porque o mesmo corredor onde você cobra é onde o cliente conta o que aconteceu com você. Se você ainda está montando o negócio, em como ser emprestador e organizar o primeiro capital está o ponto de partida.
S/ 1,000.00 a 20 %, repartidos em 24 parcelas
É o crédito que mais se repete num mercado. Refaça no lápis: os números batem.
Comece pelo fim, que é como se combina na banca: o comerciante pergunta quanto tem que deixar toda manhã. A resposta ali é S/ 50.00. De onde sai: o capital entregue é S/ 1,000.00, o percentual combinado 20 % —ou seja S/ 200.00— e o prazo, 24 dias de cobrança, que são quatro semanas de segunda a sábado. Os S/ 1,200.00 divididos por 24 dão a parcela. Até aí qualquer um faz no papel.
A confusão começa no dia seguinte. Na terça a banca amanhece fechada. Na quinta o cliente paga S/ 30.00 em vez de S/ 50.00 porque o dia foi fraco. No sábado paga dobrado para ficar em dia. Três movimentos, e quem leva a conta de memória já não sabe se aquele cliente está adiantado ou atrasado. A CobrApp registra cada pagamento com a data e recalcula o saldo na hora: a parcela que não foi paga fica marcada como vencida e continua pesando até ser coberta.
Falta um detalhe que decide se o papel serve: os centavos. Uma parcela diária redonda é a exceção, não a regra. Com um capital de S/ 650.00 no mesmo percentual e no mesmo prazo, a parcela dá S/ 32.50, e aí começa a negociação de cobrar a fração ou ajustar a última parcela. A CobrApp guarda o saldo ao centavo e o escreve em soles, com o símbolo S/ na frente: o que o cliente vê no recibo é o mesmo número que você tem no celular, sem arredondamento no caminho.
Se você também trabalha com parcelas semanais ou mensais com tabela de amortização, a fórmula está explicada passo a passo em como calcular os juros diários de um empréstimo. Para ver todo o saldo vivo do seu negócio num painel, essa é a função do controle de empréstimos diários.
O sinal decide se você consegue cobrar ou não
Um sistema que vive no navegador funciona muito bem num escritório de San Isidro e muito mal no corredor de uma galeria. E não é só a serra: dentro de Lima há andares inteiros onde o celular não pega. Por isso a CobrApp salva primeiro no aparelho e sobe depois.
| Onde você cobra | O que acontece com o sinal | O que a CobrApp faz |
|---|---|---|
| Galeria no centro de Lima | Segundo andar ou subsolo: o celular pega na porta e emudece no corredor. | O pagamento é salvo no aparelho. A subida espera você sair para a rua. |
| Mercado grande no meio da manhã | Há cobertura, mas em horário de muita gente na mesma quadra a conexão se arrasta. | O saldo é calculado no celular, não num servidor. Não há tela girando. |
| Rota que sobe para a serra | Trechos longos sem cobertura entre um povoado e o seguinte. | Você cobra a rota inteira sem dados e tudo sobe junto quando volta. |
| Cobrança na costa, com rede estável | Sinal bom em quase todo o percurso. | Cada pagamento fica com backup na hora e aparece na versão web. |
Ordenar o percurso é a outra coisa que poupa tempo e passagem: agrupar os clientes por praça e por dia em vez de atravessar a cidade duas vezes. Isso está desenvolvido na página de rotas de cobrança, e como se guarda e quando sobe cada pagamento, em como funciona o trabalho offline e a sincronização.
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Junta, pandero e empréstimo: parecidos, mas não a mesma coisa
Onde há comércio de banca costuma haver também uma junta —ou pandero, conforme a região—. Um grupo de comerciantes põe uma cota fixa por semana e, por turnos, um leva o bolo. É poupança rotativa, não crédito: ninguém cobra juros e tudo se sustenta na confiança do grupo e na palavra de quem organiza. É o mesmo esquema que no Brasil se chama consórcio informal ou «caixinha».
Esse costume explica algo que serve para você: o comerciante peruano já está acostumado a pagar aos poucos e com disciplina. Não é preciso ensinar a parcela. O que muda com um empréstimo é que aparecem juros combinados, um prazo e um saldo que alguém tem que levar direito.
O que este app não administra
A CobrApp não leva juntas nem panderos. Não distribui turnos, não administra o bolo e não controla quem recebe nesta semana. Dizer isso com clareza evita que você baixe o app esperando algo que ele não faz.
O que ele administra é a carteira de quem empresta: capital entregue, juros, parcelas, pagamentos e atraso, cliente por cliente. Se de uma junta saem empréstimos individuais —que é o mais comum—, cada participante entra como cliente com o carnê dele. Para ver o negócio inteiro num painel só existe a plataforma de cobrança.
| Característica | Junta ou pandero | Empréstimo |
|---|---|---|
| Poupança rotativa entre várias pessoas | — | |
| Turnos e bolo | — | |
| Juros combinados | — | |
| Prazo e saldo que alguém controla | — | |
| Parcelas, pagamentos e atraso, cliente por cliente | — | |
| A CobrApp administra | — |
Três detalhes que se aprendem no corredor
Nenhum aparece numa lista de recursos, e são eles que decidem se o app acompanha a sua volta ou fica aberto sem você usar.
A primeira volta é antes do público
Você cobra quando a banca já recebeu mercadoria e ainda não tem fila. O app tem que abrir e registrar o pagamento em segundos, sem esperar carregar nada.
Sem comprovante não há memória
Ao cliente fica o papel com a data, o que pagou e o que falta; a você fica o mesmo movimento na conta. A CobrApp imprime por Bluetooth nas térmicas portáteis de 58 e 80 mm.
A carteira não pode ir embora com quem a anda
Se quem cobra larga o trabalho, a caderneta dele vai junto e com você não fica nada. Quando os pagamentos são registrados na conta do negócio, o histórico do cliente sobrevive à troca de pessoal.
Passar a caderneta para o app sem parar de cobrar
Ninguém consegue parar uma semana para digitalizar a carteira. Faz-se enquanto se cobra, e nesta ordem.
- Passo 1
Comece por uma praça, não por tudo.
Escolha o mercado ou a galeria onde você cobra amanhã e cadastre só aqueles clientes com o saldo atual. Uma rota pequena se registra numa noite e no dia seguinte já serve.
- Passo 2
Feche o mesmo dia nos dois lugares.
Ao terminar a volta, compare o que somou a caderneta com o que somou o app. Enquanto os dois números divergirem, o problema é de registro e convém achá-lo com a carteira ainda pequena. Quando baterem vários fechamentos seguidos, a caderneta já não está decidindo nada.
- Passo 3
Ordene o percurso e só depois some gente.
Primeiro agrupe os clientes por praça e por dia de cobrança. Só quando a operação viver no app, dê a cada cobrador o acesso e a rota dele. O que fica registrado é o pagamento com data e hora, não o trajeto do cobrador num mapa: isso o app não faz.
- Passo 4
Cresça quando a carteira pedir.
O plano gratuito dá para uma rota inicial; os valores vigentes dos planos pagos estão em planos e preços e a troca se faz pelo próprio app, sem cadastrar nada de novo. Se você também opera fora do país, veja como o ofício funciona na cobrança diária na Colômbia ou revise todos os recursos no aplicativo para cobradores.
A CobrApp não concede crédito nem empresta dinheiro. É uma plataforma tecnológica de gestão de cobrança e controle de carteira para empréstimos concedidos por terceiros.
Perguntas de quem empresta e cobra no Peru
Soles, cobertura, parcela diária e equipe de cobrança: o que mais nos perguntam de Lima, Arequipa, Trujillo e Cusco.
A CobrApp trabalha em soles e com o formato usado ali?
Serve para o crédito de mercado com parcela diária de segunda a sábado?
Posso cobrar sem sinal na galeria ou numa rota do interior?
Posso administrar uma junta ou um pandero com a CobrApp?
Tenho dois cobradores em mercados diferentes, dá para controlar?
O app me diz que taxa posso cobrar no Peru?
Em quantos países a CobrApp está disponível?
A CobrApp serve para cobrança diária no Brasil, na Colômbia e no México?
S/ 1,812.50 Bate
O que uma rota de 37 visitas por três praças de Lima e uma segunda volta recolhe em um dia, com a carteira batendo no fechamento.
Leve a sua carteira peruana no celular a partir de amanhã
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A CobrApp não concede crédito nem empresta dinheiro. É uma plataforma tecnológica de gestão de cobrança e controle de carteira para empréstimos concedidos por terceiros.