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CobrApp

Administração de crédito

Software para empréstimos: monte bem o crédito e largue a planilha

Um empréstimo se decide em um minuto e se administra durante meses. O que dá trabalho não é entregar o dinheiro: é que meses depois o carnê, o saldo do cliente e o que você ganhou de verdade continuem dizendo a mesma coisa. A CobrApp monta o crédito com as condições, gera o carnê completo e guarda cada pagamento com a divisão dele, para que os três números nunca se separem.

Simulador de crédito da CobrApp com capital, taxa, prazo e frequência do empréstimo
Você simula o crédito antes de entregar o dinheiro: capital, taxa, prazo e frequência.

Antes de liberar

Um empréstimo são quatro decisões, e as quatro se tomam antes

Um software para empréstimos não adivinha: obriga você a escrever as condições uma vez só, no começo. Daí sai todo o resto — o carnê, o saldo de cada dia, o recibo e o relatório. Se uma das quatro fica pela metade, o crédito nasce torto e nenhum app endireita depois.

  • Capital

    O dinheiro que sai do seu bolso. É a única coisa que você recupera: quando volta, não é lucro, é o seu próprio dinheiro voltando.

  • Juros

    O percentual e, sobretudo, o período: 20% não significa nada se você não disser se é ao mês, à quinzena ou por todo o prazo.

  • Prazo

    Quantas parcelas e a partir de que data. O dia da liberação manda: dele sai o vencimento de cada parcela.

  • Frequência

    Diária, dia sim dia não, semanal, quinzenal ou mensal. Define a rota e também se o cliente consegue pagar sem se afogar.

Os três modelos

O mesmo empréstimo, três modelos de juros diferentes

É aqui que se perde dinheiro sem perceber. Empreste R$ 1.000,00 a 5% ao mês por 4 meses. A taxa é a mesma nos três casos. O total que você recebe, não.

Capital R$ 1.000,00 · taxa 5% ao mês · prazo 4 meses. O modelo sobre saldo supõe amortização de R$ 250,00 por mês. Valores arredondados ao centavo.
ModeloComo se calculaJuros totaisTotal a pagar
Juros simples fixo sobre o capital A taxa se aplica sempre ao capital original, não ao saldo. R$ 200,00 R$ 1.200,00
Juros sobre saldo capitalização bancária A cada período a taxa se aplica só ao que o cliente ainda deve. R$ 125,00 R$ 1.125,00
Juros compostos o juro capitaliza O juro que não se paga entra no capital e gera juro novo. R$ 215,51 R$ 1.215,51
  1. Juros simples

    fixo sobre o capital

    É o modelo do empréstimo diário e do carnê. O cliente entende a conta sem que ninguém explique.

  2. Juros sobre saldo

    capitalização bancária

    Premia quem paga rápido: cada amortização baixa a base sobre a qual se calculam os juros seguintes. Encaixa em créditos mensais de vários meses.

  3. Juros compostos

    o juro capitaliza

    Só faz sentido em créditos de pagamento único no fim. Na cobrança diária pesa demais.

As contas se refazem na mão. Simples: 1.000 × 5% × 4 = 200. Sobre saldo, amortizando R$ 250,00 por mês: 50 + 37,50 + 25 + 12,50 = 125. Compostos, sem pagamentos no meio: 1.000 × 1,05⁴ = 1.215,51. São R$ 90,51 de diferença entre o modelo mais caro e o mais barato para o cliente, com a mesma taxa escrita no papel. Se quiser o detalhe parcela por parcela, está no guia de tabela de amortização de um empréstimo.

Exemplo completo

Um empréstimo diário de R$ 1.000,00 em 20 parcelas, uma a uma

Este é o formato clássico do empréstimo diário. Capital R$ 1.000,00, juros simples de 20% por todo o prazo, 20 parcelas diárias de segunda a sexta. Os juros são 1.000 × 20% = R$ 200,00. O total a receber é R$ 1.200,00 e a parcela, 1.200 ÷ 20 = R$ 60,00. De cada parcela, R$ 50,00 amortizam capital e R$ 10,00 são juros.

Carnê: R$ 1.000,00 + 20% em 20 parcelas diárias.
ParcelaValorAos jurosAo capitalSaldo de capital
1 R$ 60,00 R$ 10,00 R$ 50,00 R$ 950,00
2 R$ 60,00 R$ 10,00 R$ 50,00 R$ 900,00
3 R$ 60,00 R$ 10,00 R$ 50,00 R$ 850,00
10 R$ 60,00 R$ 10,00 R$ 50,00 R$ 500,00
19 R$ 60,00 R$ 10,00 R$ 50,00 R$ 50,00
20 R$ 60,00 R$ 10,00 R$ 50,00 R$ 0,00
Totais R$ 1.200,00R$ 200,00R$ 1.000,00

Os totais batem: 20 × 60,00 = 1.200,00, e 1.000,00 de capital mais 200,00 de juros dão o mesmo. Esse acerto é o que se quebra na caderneta quando o cliente paga R$ 30,00 em vez de R$ 60,00, ou quando paga duas parcelas juntas na sexta. O app simula o crédito antes de liberar, gera o carnê completo e atualiza o saldo a cada pagamento parcial sem refazer a tabela.

Carnê gerado pela CobrApp com a parcela, a amortização e o saldo devedor
O carnê fica montado com cada parcela, a data dela e o saldo que vai ficando.

Fechamento do período

O relatório que o contador vai pedir

É aqui que a caderneta cai de vez. Nela a parcela do exemplo entra como uma linha só de R$ 60,00, quando na verdade são duas coisas diferentes: R$ 50,00 de capital que volta ao seu bolso e R$ 10,00 de juros que você ganhou. Para saber se pagaram, a soma basta. Para prestar contas, não: o capital que volta não é receita, só muda de lugar. O software faz essa divisão no momento do pagamento, não em janeiro com a caderneta do ano passado em cima da mesa.

  1. Extrato por cliente

    Cada pagamento com a data, quanto foi para juros, quanto para capital e que saldo ficou vivo. É o papel que encerra uma discussão e o detalhe que se revisa quando um número não bate.

  2. Juros apropriados e juros recebidos

    O que o carnê gerou e o que de fato entrou. Quase nunca são o mesmo número, e só o segundo é receita do período.

  3. Liberações do período

    Que empréstimos você entregou, para quem e em que dia. É a contrapartida do dinheiro que saiu: sem esse detalhe, uma retirada grande fica sem explicação.

  4. Movimentos de caixa do período

    Recebimentos, liberações e despesas, em ordem de data e um por linha. É o que permite acertar o caixa contra o banco sem reconstruir o mês de memória.

Os quatro saem do mesmo registro e se baixam em Excel ou CSV, com uma linha por movimento em vez de um total no fim. Isso é a contabilidade do crédito: o que você emprestou, o que devolveram e o que ganhou. Ler a carteira viva —quanto está lá fora hoje e que parte está parada há dias— é outro exercício e tem página própria: o controle de empréstimos diários.

Na planilha a parcela é uma linha só: a soma basta, a divisão entre juros e capital não.

O detalhe operacional

Nenhum empréstimo é pago como você escreveu

A tabela do exemplo é perfeita. A realidade não. O cliente paga metade na terça, pula a quinta, aparece no sábado com duas parcelas e na semana seguinte pede para renovar o crédito com o saldo velho dentro. Cada um desses movimentos mexe no carnê que você montou no dia da liberação, e o carnê tem que continuar batendo depois de mexer: as parcelas que faltam, os juros que faltam apropriar e a data em que o crédito se encerra.

Os quatro casos que quebram qualquer planilha são sempre os mesmos: o pagamento parcial (vai tudo para juros ou se divide?), a antecipação (se os juros são sobre saldo, pagar antes tem que custar menos), o refinanciamento (o saldo velho entra como capital do crédito novo) e a mora, que precisa da conta dela à parte para não se confundir com os juros correntes.

Um software para empréstimos resolve os quatro com uma regra escrita uma vez só e aplicada igual em toda a carteira: entra o pagamento, o app decide que parte paga juros e que parte amortiza, e refaz o carnê até a última parcela. O empréstimo conserva a história completa —o que foi pago, quando, como foi dividido e que saldo ficou vivo— e o comprovante desse movimento sai impresso por Bluetooth ou vai em PDF pelo WhatsApp sem sair da tela.

Administrar e cobrar não acontecem no mesmo lugar: o empréstimo se monta sentado e o pagamento se registra em pé, na porta do cliente. Por isso a versão web abre a mesma carteira no computador para montar os créditos com calma e tirar os relatórios, enquanto o celular continua anotando mesmo sem sinal e sobe o backup para a nuvem quando ela volta. Se hoje você leva tudo numa planilha, a planilha de cobrança em Excel marca até onde vai esse caminho; se você também tem gente cobrando na rua, essa parte é da plataforma de cobrança.

A CobrApp não concede crédito nem empresta dinheiro. É uma plataforma tecnológica de gestão de cobrança e controle de carteira para empréstimos concedidos por terceiros.

Dúvidas frequentes

Perguntas frequentes sobre software para empréstimos

O que pergunta quem já empresta e quer organizar a administração da carteira.

Serve como software para cobrar parcelas mensais e empréstimo diário?

Serve. A CobrApp aceita qualquer frequência de cobrança: diária (empréstimo diário), semanal, quinzenal, mensal e parcelas personalizadas. Para parcela mensal gera a tabela de amortização automaticamente, com principal, juros e saldo de cada parcela; para o empréstimo diário calcula o valor do dia e marca os dias vencidos. Você pode ter carteiras com modalidades diferentes na mesma conta e o histórico completo de cada cliente fica guardado. O plano gratuito inclui as duas modalidades sem limite de frequência.

Os 20% de um empréstimo diário são ao mês ou por todo o prazo?

É uma confusão cara, porque na rua o percentual quase nunca vem com o período. No empréstimo diário clássico os 20% se cobram uma vez só sobre o capital e cobrem todo o prazo: você empresta R$ 1.000,00, recebe R$ 1.200,00 em 20 parcelas e acabou. Se esses mesmos 20% fossem ao mês, um crédito de quatro meses não seriam R$ 200,00 de juros e sim R$ 800,00. Antes de configurar um empréstimo escreva sempre as duas coisas, o percentual e de quanto em quanto tempo se aplica; é o primeiro dado que o app pede e o que define o carnê inteiro.

Como se divide um pagamento parcial entre capital e juros?

A regra habitual é o pagamento cobrir primeiro os juros apropriados até aquela data e o que sobra amortizar o capital. Com o exemplo de cima: o cliente já pagou a primeira parcela e deve R$ 950,00; na segunda, em vez dos R$ 60,00 entrega R$ 30,00. Cobrem-se os R$ 10,00 de juros daquela parcela e os R$ 20,00 restantes amortizam, então o saldo passa a R$ 930,00 e a parcela fica incompleta até completar os outros R$ 30,00. Fazer essa divisão na mão em cada pagamento parcial é o que ninguém sustenta por um ano; o software aplica igual em toda a carteira e deixa o rastro de como dividiu cada pagamento.

Que modelo de juros me convém configurar na minha carteira?

Depende da frequência. Na cobrança diária e semanal os juros simples são o padrão: a parcela não muda e o cliente entende. Em créditos mensais de vários meses convêm os juros sobre saldo, porque quem amortiza mais paga menos juros e tem motivo para adiantar. Os juros compostos só fazem sentido em créditos de pagamento único no fim. Na CobrApp você escolhe o modelo ao criar cada empréstimo, então pode ter as três modalidades na mesma conta sem misturar as contas.

O software serve para prestar contas ao contador?

Serve. Você exporta para Excel ou CSV a carteira, os movimentos e o extrato de cada cliente, com capital e juros separados em cada pagamento. Essa separação é o que o contador precisa: o capital que volta não é receita, só o juro é. Sem ela é preciso reconstruir o ano inteiro na mão a partir da caderneta.

Quantos empréstimos posso administrar sem pagar?

Sem pagar nada você administra uma carteira de até 20 clientes, com dois empréstimos ativos em cada um, e não há data de corte nem cartão no meio. Para uma carteira pequena isso é o negócio inteiro: os 20 extratos, os carnês e a exportação. Quando crescer e precisar de mais clientes ou de vários cobradores, as condições vigentes estão na página de planos.

Fechamento do dia

R$ 3.470,00 Bate

O que uma rota de 37 visitas com 4 cobradores recolhe em um dia, com a carteira batendo no fechamento.

Monte o seu primeiro empréstimo no app e compare a conta

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